Computação como esporte
Equipe Monkeys deixa marca mais uma vez na Maratona Regional em Uberlândia
Existe um verdadeiro cenário competitivo dentro da área da computação que tem atraído cada vez mais estudantes: as competições de programação. Estudantes de todo o país se reúnem em disputas de raciocínio lógico, colaboração e domínio técnico avançado, enquanto correm contra o tempo para ganhar a maior quantidade de balões possíveis.
Este formato de competição ocorreu no último dia 14 de março na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), em Uberlândia, Minas Gerais. A chamada “Maratona Regional” trata-se de um dos maiores eventos da região e reuniu cerca de 170 estudantes de diferentes instituições.

No Instituto de Informática (INF/UFG), esse cenário competitivo é fortalecido pelo grupo Monkeys, formado por estudantes que se dedicam à preparação para esse tipo de evento. O principal foco do grupo é a participação na Maratona de Programação, uma das competições mais tradicionais da área, que conta com diversas fases classificatórias, mas a presença na Maratona Regional serviu como um aquecimento para o que virá ao longo de 2026.
A delegação contou com 16 alunos, sendo a maioria integrante do grupo Monkeys. O destaque ficou por conta de três estudantes da equipe, que apresentaram desempenho excepcional e conquistaram medalhas na competição, evidenciando o talento e a dedicação dos alunos do instituto no cenário competitivo da programação.
Gustavo Leal, professor substituto no INF/UFG e também um dos responsáveis pela elaboração e aplicação da prova, considera que “em geral esses eventos são muito bem vistos pela comunidade acadêmica e empresarial, pois trabalham qualidades bem vistas em ambas as esferas, então eles costumam ter grandes patrocínios e também levar a boas ofertas de emprego”, afirma.
As disputas ocorrem de forma individual ou em equipes de até três integrantes, com duração média de quatro a cinco horas. Durante esse período, todos os participantes utilizam os mesmos recursos, normalmente um computador básico, sem acesso à internet, assegurando condições iguais para todos.
Ao longo da prova, é apresentado um conjunto de desafios que exige conhecimentos amplos da graduação em computação, além de conteúdos mais avançados, muitas vezes abordados apenas em nível de pós-graduação. Os competidores precisam desenvolver suas próprias soluções, que são avaliadas automaticamente por meio de diversos testes. Para pontuar, é necessário que a resposta esteja correta em todos os casos e respeite limites de tempo e memória. Cada problema solucionado garante um ponto e, tradicionalmente, um balão colorido.
Outro aspecto marcante dessas competições é o dinamismo: tudo acontece em tempo real, com um placar atualizado continuamente, permitindo que as equipes acompanhem o desempenho das demais ao longo da disputa.
Ao todo houve 12 medalhas, 4 ouros, 4 pratas, 4 bronzes. A comitiva do INF/UFG encerrou o evento com três medalhistas no pódio: Felipe do Espírito Santo Sabino (5° lugar, medalha de prata), Dimas Heitor Lamunier Araújo Mesquita (10° lugar, medalha de bronze) e Danilo Lourenço Macedo Dias (11° lugar, medalha de bronze), todos do curso de bacharelado em Ciências da Computação.

O INF/UFG incentiva a participação de cada vez mais estudantes na programação competitiva. Para saber mais sobre a Monkeys e despertar o interesse na área, acesse o site oficial da equipe: https://monkeys-ufg.github.io/website/
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