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Computação como esporte

Updated at 03/25/26 23:25 .

Equipe Monkeys deixa marca mais uma vez na Maratona Regional em Uberlândia

Existe um verdadeiro cenário competitivo dentro da área da computação que tem atraído cada vez mais estudantes: as competições de programação. Estudantes de todo o país se reúnem em disputas de raciocínio lógico, colaboração e domínio técnico avançado, enquanto correm contra o tempo para ganhar a maior quantidade de balões possíveis. 

Este formato de competição ocorreu no último dia 14 de março na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), em Uberlândia, Minas Gerais. A chamada “Maratona Regional” trata-se de um dos maiores eventos da região e reuniu cerca de 170 estudantes de diferentes instituições.

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No Instituto de Informática (INF/UFG), esse cenário competitivo é fortalecido pelo grupo Monkeys, formado por estudantes que se dedicam à preparação para esse tipo de evento. O principal foco do grupo é a participação na Maratona de Programação, uma das competições mais tradicionais da área, que conta com diversas fases classificatórias, mas a presença na Maratona Regional serviu como um aquecimento para o que virá ao longo de 2026. 

A delegação contou com 16 alunos, sendo a maioria integrante do grupo Monkeys. O destaque ficou por conta de três estudantes da equipe, que apresentaram desempenho excepcional e conquistaram medalhas na competição, evidenciando o talento e a dedicação dos alunos do instituto no cenário competitivo da programação.

Gustavo Leal, professor substituto no INF/UFG e também um dos responsáveis pela elaboração e aplicação da prova, considera que “em geral esses eventos são muito bem vistos pela comunidade acadêmica e empresarial, pois trabalham qualidades bem vistas em ambas as esferas, então eles costumam ter grandes patrocínios e também levar a boas ofertas de emprego”, afirma.

As disputas ocorrem de forma individual ou em equipes de até três integrantes, com duração média de quatro a cinco horas. Durante esse período, todos os participantes utilizam os mesmos recursos, normalmente um computador básico, sem acesso à internet, assegurando condições iguais para todos.

Ao longo da prova, é apresentado um conjunto de desafios que exige conhecimentos amplos da graduação em computação, além de conteúdos mais avançados, muitas vezes abordados apenas em nível de pós-graduação. Os competidores precisam desenvolver suas próprias soluções, que são avaliadas automaticamente por meio de diversos testes. Para pontuar, é necessário que a resposta esteja correta em todos os casos e respeite limites de tempo e memória. Cada problema solucionado garante um ponto e, tradicionalmente, um balão colorido.

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Outro aspecto marcante dessas competições é o dinamismo: tudo acontece em tempo real, com um placar atualizado continuamente, permitindo que as equipes acompanhem o desempenho das demais ao longo da disputa.

Ao todo houve 12 medalhas, 4 ouros, 4 pratas, 4 bronzes. A comitiva do INF/UFG encerrou o evento com três medalhistas no pódio:  Felipe do Espírito Santo Sabino (5° lugar, medalha de prata), Dimas Heitor Lamunier Araújo Mesquita (10° lugar, medalha de bronze) e Danilo Lourenço Macedo Dias (11° lugar, medalha de bronze), todos do curso de bacharelado em Ciências da Computação.

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O INF/UFG incentiva a participação de cada vez mais estudantes na programação competitiva. Para saber mais sobre a Monkeys e despertar o interesse na área, acesse o site oficial da equipe: https://monkeys-ufg.github.io/website/ 

 

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