Professora do INF representa Brasil em fórum internacional

A professora  Juliana Pereira de Souza Zinader, do Instituto de Informática (INF/UFG) agora representa o Brasil junto ao fórum do SNOMED-CT (a mais ampla base de termos em saúde). O uso do SNOMED-CT, dentre outras terminologias também adotadas formalmente pelo país, é elemento indispensável para a troca de informação em saúde. Além dessa importante representação a professora também é responsável por três outros projetos estratégicos para a saúde, aprovados recentemente, que em conjunto perfazem mais de 40 milhões de reais.
 
A professora está cedida ao Ministério da Saúde e ocupa o cargo de Coordenadora Geral de Monitoramento e Avaliação do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS, Secretaria Executiva do Ministério da Saúde.
 
 
 

Pesquisador do INF é entrevistado na CBN Goiânia

Deep Cardio

O pesquisador Sandro Moreira, do Instituto de Informática,  foi entrevistado na rádio CBN Goiânia pelo entrevistador Luíz Geraldo sobre o projeto DeepCardio.

Confira a entrevista:

Projeto de pesquisador do INF para encontrar anomalias cardíacas é notícia no G1 Goiás

O projeto DeepCardio, do pesquisador Sandro Moreira, foi noticiado no site G1 Goiás. Confira a reportagem na íntegra.

Professor Sandro Moreira

Foto: Paula Resende/ G1

Mestrando do INF tem seu artigo aprovado em revista internacional

O aluno de mestrado do Instituto de Informática, Mateus Ferreira e Freitas, teve seu artigo intitulado  "Parallel rule‐based selective sampling and on‐demand learning to rank" aceito pela  revista internacional “Concurrency and Computation: Practice and Experience”. 
 
 
Orientado pelo professor Wellington Martins (INF/UFG), o trabalho traz  uma abordagem mais recente sobre melhorias em sistemas de busca como o do Google. No artigo, os autores propõem soluções computacionais de alto desempenho para reduzir as bases de treino e assim permitir a construção de modelos de ranqueamento em tempo real (sob demanda). A implementação destas soluções (algoritmos paralelos) em processadores modernos, com milhares núcleos, consegue realizar estas tarefas muito mais rapidamente do que soluções anteriores, produzindo assim respostas mais satisfatórias em menor tempo. O estudo contou com a colaboração do professor  Thierson Rosa (INF/UFG) e de pesquisadores do DCC/UFMG.